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junho 22, 2021

Rock Blues

Ribeirão

Editora Belas Letras lança autobiografia de Rob Halford

Rob Halford, líder do Judas Priest, se confessa pela primeira vez, mundialmente, em sua autobiografia, publicada em português com exclusividade pela Editora Belas Letras.

O livro ganhou uma edição luxuosa em capa dura envernizada que acompanha um kit exclusivo de colecionador:1 edição de luxo da biografia “Confesso”, 448 páginas com caderno colorido de fotos + 1 pôster de Rob Halford + 1 adesivo da banda Judas Priest + 1 bóton “Metal God” + 1 marcador de páginas personalizado em verniz especial com fotos de diferentes fases do vocalista. Para garantir acesso VIP a esse confessionário você pode fazer o pedido pela Loja da Editora Belas Letras

Kit Confesso Metal God está em pré-venda por R$ 99,90 até o dia 20 de abril. Após essa data custará R$ 114,90. Ele é limitado, por isso fica disponível somente enquanto durar o estoque. As confissões de Rob Halford fazem parte da história de um rock’n’roll inesquecível – uma jornada que vai de um conjunto habitacional em Walsall à fama na música, passando pelo alcoolismo, dependência química, cadeia, encontros amorosos malfadados e uma tragédia pessoal desoladora, até chegar na reabilitação, em como se assumiu, se redimiu e encontrou o amor

Quer espiar algumas confissões que Rob Halford faz no livro?

Confissão 1:

“Aos 10 anos, eu já sabia que era gay. Bem, talvez não exatamente. Nessa idade, eu não sabia o que era ‘ser gay’, mas decerto sabia que gostava mais da companhia de meninos do que de meninas, e achava os meninos mais atraentes.”

Confissão 2:

“Musicalmente, como o heavy metal ainda era tão novo, sentíamos que estávamos criando algo do zero. Sabíamos que fazíamos parte do mesmo clube do Purple, do Zeppelin e do Sabbath, mas queríamos a nossa própria identidade. Estávamos nos embrenhando rumo ao som que tínhamos na cabeça.”

Confissão 3:

“Era difícil respirar quando eu saltava feito uma bolinha de pinball entre relações fadadas ao fracasso com homens que nem sequer compartilhavam da minha sexualidade. E foi mais difícil do que nunca no dia em que um amante perturbado me deu um abraço de despedida… minutos antes de apontar uma arma para a própria cabeça. E puxar o gatilho.”

Confissão 4:

“‘Raw Deal’ era uma música de saída do armário, um respiro para minha angústia como gay não assumido. Pensei que talvez tivesse ido longe demais e que as pessoas, ao pegarem a letra, juntariam dois e dois. Isso poderia abrir portas para mim ou, mais provavelmente, batê-las na minha cara. Porém… nada aconteceu. A banda não falou nada da letra e provavelmente achou que eu só estava contando uma história. Nem os críticos nem os fãs perceberam nada. Foi um uivo de cólera que ninguém ouviu.”

Com o humor britânico autodepreciativo e sarcástico que é a marca registrada do cantor, “Confesso” conta a história de cinco décadas na indústria da música. Acima de tudo, é uma celebração do fogo e do poder do heavy metal.